REPRESENTANTES IABsp

Em seus mais de 78 anos de existência o IABsp realiza a representação do coletivo de profissionais de Arquitetura e Urbanismo do estado de São Paulo junto ao Poder Público, por meio da participação em instâncias de participação social, como conselhos, comitês, conferências e audiências públicas, com o propósito de realizar efetiva contribuição nos processos de planejamento, execução, monitoramento e avaliação de políticas públicas urbanas e ambientais.

O fortalecimento dos instrumentos e instâncias de diálogo entre o Poder Público e a sociedade civil, respaldados pela Política Nacional de Participação Social é ação fundamental para consolidação da democracia participativa no país. Trata-se do entendimento da participação social como um direito fundamental à cidadania, garantindo o envolvimento da sociedade civil na formulação, acompanhamento e implementação de políticas e programas públicos, meio pelo qual é possível exercer o controle social e a gestão democrática.
O IABsp incide decisivamente em políticas públicas com impacto no desenvolvimento das cidades e vida de
seus habitantes, nas mais variadas temáticas transversais ligadas ao campo da Arquitetura e Urbanismo como meio ambiente, política urbana, habitação, patrimônio cultural, mobilidade urbana, saneamento ambiental, segurança alimentar, legislação edilícia e urbanística. Têm o propósito de fortalecer os mecanismos de representatividade: em defesa do direito à cidade, do projeto como instrumento de diálogo e da construção de cidades democráticas.

Veja a relação das instâncias de participação social que o IABsp possui representantes:


CADES
[Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – Prefeitura do Município de São Paulo]

Órgão consultivo e deliberativo em questões referentes à preservação, conservação, defesa, recuperação e melhoria do meio ambiente natural, construído e do trabalho, em todo o território do Município de São Paulo. Compete ao CADES colaborar na formulação da política municipal de proteção ao Meio Ambiente, à luz do conceito de desenvolvimento sustentável, através de recomendações e proposições de planos, programas e projetos bem como propor diretrizes, normas, padrões e procedimentos para a proteção, conservação e recuperação dos recursos ambientais e ao desenvolvimento do Município de São Paulo.

_saiba mais: www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/cades

Estela Macedo Alves (titular)
Pós-doutoranda no Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE-USP) sobre o tema de políticas de esgotamento sanitário (2019-2021) e Pesquisadora do Laboratório de Estudos de Governança Ambiental e Desigualdades Socioambientais (LEGADO). Doutora em Ciências pelo Programa de Pós-graduação em Ciência Ambiental (PROCAM-IEE-USP). Foi pesquisadora do Grupo de Acompanhamento e Estudos em Governança Ambiental (GOVAMB – IEE USP), entre 2014 e 2018, em que desenvolveu pesquisa junto a grupo internacional que resultou no livro Water Conflicts and Hydrocracy in the Americas – Coalitions, Networks, Policies. Mestra em Arquitetura e Urbanismo, na área de Planejamento Urbano e Regional, pela FAU USP (2006-2009) e Graduada em Arquitetura e Urbanismo (1997-2003) também pela FAU USP. Experiência de pesquisa sobre os temas: saneamento; meio ambiente e água; planejamento urbano e regional; equipamentos urbanos e ArcGIS aplicado à análise urbana. Realizou estágio doutoral (doutorado sanduíche) no Instituto HydroQuébec – Meio Ambiente, Desenvolvimento e Sociedade, Universidade Laval, Québec, Canadá. Foi Docente nas Instituições: Universidade Nove de Julho (Uninove), no curso de Engenharia Civil, disciplinas de Hidráulica e Saneamento e nas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), nos cursos de Planejamento Urbano e de Planejamento Ambiental.

CEAU
[Colegiado Permanente das Entidades Nacionais de Arquitetos e Urbanistas]

As instituições de Arquitetura e Urbanismo compõem o Colegiado Permanente das Entidades Nacionais de Arquitetura e Urbanismo (CEAU) em âmbito federal ou estadual. Esse colegiado funciona como instância consultiva para o CAU/BR e os CAU/UFs. Em São Paulo, o CEAU/SP se reúne bimestralmente na sede do CAU/SP na capital paulista. As entidades que compõe o CEAU/SP são: ABAP, ABEA, AsBEA, IABsp, SASP e FAEASP.

_saiba mais: www.causp.gov.br/ceausp

Fernando Túlio Salva Rocha Franco (titular)
Arquiteto urbanista pela USP, mestre em políticas públicas pela fFGVv e doutorando em planejamento urbano e regional pela FAUUSP. é presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil – São Paulo, gestão premiada em 2019 pela associação paulista dos críticos de arte (APCA) na categoria arquitetura. integrante da comitiva brasileira de 2020 para o programa de liderança executiva em desenvolvimento da primeira infância de harvard.
Gabriela de Matos (suplente)
Arquiteta e urbanista, graduada pela faculdade de arquitetura e urbanismo da puc minas, em 2010.  em 2016, especializou-se em sustentabilidade e gestão do ambiente construído pela UFMG. é fundadora do projeto arquitetas negras que atualmente mapeia a produção de arquitetas negras brasileiras. pesquisa o racismo estrutural e suas influências no planejamento urbano, e arquitetura contemporânea produzida em áfrica e sua diáspora. entre outros, propõe ações que promovem o debate de gênero e raça na arquitetura como forma de dar visibilidade à questão. assina o editorial da revista arquitetas negras vol.1, a primeira publicação feita por arquitetas negras no brasil. é atualmente 1ª vice presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil no Departamento de São Paulo (IABsp).

CEUS
[Conselho Estratégico Universidade Sociedade da Unifesp]

O CEUS é composto por 60 conselheiros, representantes da sociedade civil, setores público e privado, com mandato de dois anos, com possibilidade de recondução por mais dois, mediante participação em novo edital, além de membros natos da Unifesp. Caberá a este conselho propor e debater temas de interesse local, nacional e internacional que orientem as ações de ensino, pesquisa e extensão da Unifesp, programas e ações acadêmicas, metodologias de ensino inovadoras, baseada em problemas, evidências e contextos reais, alinhado com as necessidades da sociedade brasileira. O órgão também buscará colaborar com a avaliação do estudante egresso da Unifesp, com a proposição de parcerias com movimentos sociais, órgãos de classe e entidades civis, além de parcerias público-privadas para investimentos estratégicos da Unifesp, incluindo novas infraestruturas e áreas de pesquisa.

_saiba mais: www.unifesp.br

Mariana Cicuto (titular)
Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo (2003), mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela Escola de Engenharia de São Carlos (USP), Departamento de Arquitetura e Urbanismo (2011) e doutorado pela Universidade Federal do ABC (UFABC) em Planejamento e Gestão do Território com bolsa do Programa de Doutorado Sanduíche (PDSE/CAPES) no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), Lisboa, Portugal, entre março/agosto de 2017.  Foi Arquiteta colaboradora de Assessoria Técnica no período 2004 – 2014. Atua profissionalmente e academicamente em pesquisas e projetos com temas relacionados à Habitação de Interesse Social, Políticas Habitacionais e Assessorias Técnicas (ATHIS). Diretora Técnica Adjunta de Estudos e Pesquisas no Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo (2020-2022). Desde 2012 é professora de ensino superior da Universidade Nove de Julho e do Instituto Federal de São Paulo desde de 2020.

CMH
[Conselho Municipal de Habitação – Prefeitura do Município de São Paulo]

O Conselho Municipal de Habitação foi instituído pela Lei Municipal nº 13.425/02 e tem caráter consultivo, fiscalizador e deliberativo. Órgão da política habitacional da Cidade, é norteado pela idéia de paridade em relação à representação do poder público, movimentos populares por moradia e sociedade civil, assegurando espaço a todos os segmentos. Participam do Conselho sindicatos, empresários, educadores, líderes de movimentos sociais e gestores públicos.

_saiba mais: www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/habitacao

Samira Rodrigues de Araujo Batista (titular)
Arquiteta e Urbanista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Trabalhou com HIS em gerenciadora, movimento de moradia e na COHAB-SP. Atualmente, é sócia na Cacho Arquitetura e conselheira no CMH pelo IABsp, além de participar da comissão executiva do CMH.
Ana Gabriela Akaishi (suplente)
Arquiteta e Urbanista pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (2010). Mestre em Planejamento e Gestão do Território pela Universidade Federal do ABC (2013). Trabalhou com Habitação de Interesse Social, urbanização de favelas e planejamento da política habitacional e urbana na Prefeitura de São Paulo, São Bernardo do Campo e Osasco. Atualmente é doutoranda em Arquitetura e Urbanismo na Universidade de São Paulo (FAU-USP), na área de concentração Habitat, linha de pesquisa ‘Questões fundiárias e imobiliárias, moradia social e meio ambiente’.

CMPU
[Conselho Municipal de Política Urbana]

constituído pela lei Nº 13.430, de setembro de 2002 – Plano Diretor Estratégico (PDE) de São Paulo, foi criado com a intenção de institucionalizar a participação da população nas decisões tomadas pelo poder público, referentes às políticas de desenvolvimento urbano, consolidando o conceito de gestão democrática no município.

_saiba mais: www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/urbanismo

Simone Gatti (titular)
Arquiteta e urbanista pela universidade estadual de londrina com doutorado-direto pela fauusp. Realizou pós doutorado na mesma instituição, em parceria com a promotoria de habitação e urbanismo do ministério público do estado de são paulo e com o urban democracy lab da new york university, onde foi pesquisadora visitante. é consultora do programa de monitoramento de políticas urbanas sustentáveis na américa latina da onu habitat e pesquisadora do napplac da fau usp. Atuou como pesquisadora colaboradora do Observatório de Remoções (LabCidade-FAUUSP), foi consultora do programa soluções para cidades da ABCP e do Instituto Pólis e coordenadora de planos e projetos urbanos na TC Urbes e na Arquitetur, desenvolvendo trabalhos para prefeituras e sub-prefeituras brasileiras, para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e para o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). exerce pesquisa e consultoria sobre políticas públicas, habitação, gestão participativa e espaços públicos.
Gabriela de Matos (suplente)
arquiteta e urbanista, graduada pela faculdade de arquitetura e urbanismo da puc minas, em 2010.  em 2016, especializou-se em sustentabilidade e gestão do ambiente construído pela ufmg. é fundadora do projeto arquitetas negras que atualmente mapeia a produção de arquitetas negras brasileiras. pesquisa o racismo estrutural e suas influências no planejamento urbano, e arquitetura contemporânea produzida em áfrica e sua diáspora. entre outros, propõe ações que promovem o debate de gênero e raça na arquitetura como forma de dar visibilidade à questão. assina o editorial da revista arquitetas negras vol.1, a primeira publicação feita por arquitetas negras no brasil. é atualmente 1ª vice presidente do instituto de arquitetos do brasil no departamento de são paulo (IABsp).

CMTT
[Conselho Municipal de Transporte e Trânsito]

é a instância que propicia a participação e o controle social das ações voltadas à mobilidade na cidade de São Paulo.
tem regimento próprio e agenda autônoma com as reuniões presididas pelo secretário municipal de mobilidade e transporte, e suas decisões são publicadas no site da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes (SMT), e, em alguns casos, no Diário Oficial do Município.

_saiba mais: www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/transportes

Katia Canova (suplente)
Arquiteta Urbanista, bacharel e Mestre pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP, especialista em Desenho e Gestão do Território Municipal pela PUCCAMP e Doutora em Geografia Humana pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo- FFLCH -USP.
Pesquisadora associada ao Lab-Quapá e ao rizoma Chôros (Coros) de pesquisadores.
Atuou na SP Urbanismo, CDHU e Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, com foco em dados urbanos, cartografia, espaços públicos e mobilidade ativa.

ODS
Comissão Municipal para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

O Brasil tem papel fundamental a desempenhar na promoção da Agenda Pós-2015, a chamada Agenda 2030, que reúne os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Eles correspondem ao conjunto de programas, ações e diretrizes que orientarão os trabalhos das Nações Unidas e de seus países membros rumo ao desenvolvimento sustentável. Conheça mais sobre a Agenda 2030.

_saiba mais: www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente

Kaísa Isabel da Silva Santos (titular)
formada em arquitetura e urbanismo pela universidade braz cubas, trabalha com autonomias em diferentes esferas e atua na área de acessibilidade desde 2007. responsável por consultoria de acessibilidade para inclusão de diversas instituições, a profissional também foi colaboradora do escritório ahu! consultoria de acessibilidade durante cinco anos. atualmente a profissional desenvolve pesquisa com ênfase em autonomia de pessoas, inclusão e o desenho do arquiteto.

COMUSAN
[Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional – Prefeitura do Município de São Paulo]

O Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional foi criado na I Conferência Municipal de Segurança Alimentar de São Paulo, em 2001, e tornado oficial pelo Decreto nº 42.862/03.

_saiba mais: www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/desenvolvimento/abastecimento

Giulia Pereira Patitucci (titular)
Arquiteta urbanista pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (2017). Atualmente, desenvolve pesquisa de mestrado na mesma instituição sobre a questão da moradia na vida de quem mora nas ruas. Entre 2019 e abril de 2022, foi coordenadora de políticas para população em situação de rua na Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura da Cidade de São Paulo.

CONDEPHAAT
[Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo]criado em 1968 – é a instância do Estado de São Paulo dedicada à preservação e defesa do patrimônio paulista. Como seu próprio nome indica, os temas que passam por este conselho são muito diversos, abrangendo todo o território do Estado de São Paulo. Os debates abrangem con-juntos edificados, conjuntos ambientais e urbanos, objetos artísticos, manifestações e represen-tações culturais e muitos outros domínios._saiba mais: http://condephaat.sp.gov.br
Andréa de Oliveira Tourinho (titular)
Doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (2004); mestrado em Estética y Teoría de las Artes pelo Instituto de Estética y Teoría de las Artes da Universidad Autónoma de Madrid (1991); graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (1985). Desde 2014 é docente permanente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Arquitetura e Urbanismo e do Curso de Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade São Judas Tadeu (São Paulo). Coeditora da revista eletrônica acadêmica arq.urb. Coordenadora do Projeto de Pesquisa “Patrimônio cultural, arquitetura e cidade: discursos e práticas na construção da memória”. Coordenadora do Fórum Estadual de Entidades em Defesa do Patrimônio Brasileiro – Núcleo São Paulo. Membro consultor da Comissão Especial de Direto Urbanístico da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção de São Paulo. Foi diretora da Divisão de Preservação do Departamento do Patrimônio Histórico (DPH) e também trabalhou com políticas urbanas na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDU, São Paulo Urbanismo) da Prefeitura Municipal de São Paulo. Realiza trabalhos de consultoria nesses campos do conhecimento. Parecerista da Fapesp e de revistas com temáticas relacionadas à arquitetura, ao patrimônio histórico e ao urbanismo.
Maíra de Camargo Barros (suplente)
Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) em 2010 e especialista em Gestão de Obras de Conservação e Restauro do Patrimônio Cultural pelo Centro de Estudos Avançados da Conservação Integrada (CECI), instituição vinculada à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em 2015.
Atualmente mestranda do Programa de Pós-Graduação em História na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), onde pesquiso o processo de municipalização da gestão do patrimônio no Brasil sob orientação do Prof. Dr. Fernando Atique e sou integrante do grupo de pesquisa Cidade, Arquitetura e Preservação em Perspectiva Histórica (CAPPH).
Ainda, entre 2012 e 2017, atuei na elaboração de inventários arquitetônicos, diagnósticos de estado de conservação e projetos de conservação, restauro e adequação a novos usos nos escritórios: Apiacás Arquitetos, Dupré Arquitetura, MLD Arquitetura e Restauro e Estúdio BIC. Desde 2015, sou responsável técnica da Panorama Arquitetura e Preservação, onde coordeno inventários e projetos de restauro.
Presidente do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico e Artístico de Tatuí-SP (CONDEPHAT), biênio 2017-2019, sendo atualmente representante do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU-SP) neste órgão municipal.

CONESAN
[Conselho Estadual de Saneamento – Governo do Estado de São Paulo]

Órgão consultivo e deliberativo, de nível estratégico para a definição e implementação da política de saneamento básico do Estado de São Paulo, fornecer subsídios para a formulação de diretrizes gerais para regulação dos serviços de saneamento básico estaduais, bem como acompanhar a aplicação dos recursos financeiros do Fundo Estadual de Saneamento – FESAN.

_saiba mais: https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/conesan/

Renata Moreira (titular)
Professora adjunta de Planejamento Ambiental e Urbano na Universidade Federal do ABC, na área de Engenharia Ambiental e Urbana. Graduada, mestre e doutora pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo com pesquisas nos temas de Infraestruturas e Serviços Urbanos – especialmente saneamento, Gestão de Riscos Urbanos e urbanização de assentamentos precários. Experiência profissional principalmente com o desenvolvimento de projetos para intervenções em favelas e assentamentos precários

CONFEMA
[Conselho do Fundo Especial do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável]

O CONFEMA tem como finalidade estabelecer as diretrizes, prioridades e programas de alocação de recursos do Fundo, em conformidade com a Política Municipal de Meio Ambiente, obedecidas as diretrizes federais e estaduais. Foi instituído pela Lei n.º 14.887, de 15 de janeiro de 2009, regulamentada pelo Decreto nº 52.153, de 28 de fevereiro de 2011 e Decreto nº 52.388, de 03 de junho de 2011, resolve aprovar na 149ª Sessão Ordinária de 20/12/2019.

_saiba mais: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/confema

Caio Boucinhas (titular)
Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (1967) e doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (2005). Foi Secretário de Obras e Transportes da Prefeitura de Osasco, Diretor Técnico da COHAB-SP e Diretor do DEPAVE da PMSP. Foi Professor Visitante no PROURB da UFRJ e Professor Convidado na FAUUSP, na graduação e pós-graduação. Atualmente é pesquisador do Laboratório de Habitação e Assentamentos Humanos da FAUUSP e consultor de prefeituras (Santo André, Diadema, Taboão da Serra e Espírito Santo do Turvo). Tem experiência em planejamento urbano, paisagismo, processos participativos na produção do espaço público e gestão urbana e ambiental.

CONPRESP
[Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo]

conselho vinculado à Secretaria Municipal de Cultura, apoiado pelo corpo técnico do Departamento de Patrimônio Histórico, Foi criado sob a Lei nº 10.032/85 e é responsável pelo tombamento de bens culturais, naturais e históricos na cidade de São Paulo, visando à sua preservação de acordo com valores culturais, históricos, artísticos, arquitetônicos, urbanísticos, entre outros.

_saiba mais: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/conpresp/

Eneida de Almeida (titular)
Professora da Graduação e Pós-Graduação da Universidade São Judas Tadeu, possui doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela FAUUSP (2010), mestrado em Studio e Restauro de Monumenti pela Università La Sapienza, Roma (1987), graduação em Arquitetura e Urbanismo pela FAUUSP (1981). É coeditora da revista acadêmica eletrônica arq.urb, do PGAUR/USJT. Tem experiência no ensino e na pesquisa científica com ênfase em História da Preservação da Arquitetura, dedicando-se às questões da memória e da preservação do patrimônio cultural em uma perspectiva alargada de reconhecimento e documentação em prol da afirmação da identidade e da cidadania.
Flávia Brito do Nascimento (suplente)
Professora na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo FAU USP. Bacharel e licenciada em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF, 1995), graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 2000), obteve o título de mestre e de doutora em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo. Realizou pós-doutorado na Université de Paris Panthéon-Sorbonne (2020). Foi arquiteta concursada do IPHAN entre 2005 e 2013, foi Diretora de Pesquisa e Documentação do INEPAC – Instituto Estadual do Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro e consultora da UNESCO, desenvolvendo diversos estudos e trabalhos técnicos, como os Caminhos Singulares do Estado do Rio de Janeiro, os tombamentos do Centro Histórico de São Pedro da Aldeia/RJ e da Antiga Vila de Estrela/RJ, a Paisagem Cultural do Vale do Ribeira/SP e os tombamentos do Centro Histórico de Iguape/SP e dos Bens Culturais da Imigração Japonesa. Tem experiência em projetos e obras de restauração, tais como o Projeto Cores de Santa Tereza, o Conjunto Arquitetônico do Arquivo Nacional e o Conjunto Residencial do Pedregulho. Integrou o grupo de pesquisa “Pioneiros da Habitação Social” escrevendo artigos para a série de livros de mesmo nome. É autora dos livros “Entre a estética e o hábito: o Departamento de Habitação Popular (1946-1960)”; (Prefeitura do Rio, 2008) e “Blocos de memórias: habitação social, arquitetura moderna e patrimônio cultural”; (Edusp, 2016) e co-autora do livro “Domesticidade, gênero e cultura material”.

Conselho Gestor da Zeis das Quadras 37 e 38, Campos Elíseos

em observância ao Plano Diretor Estratégico da Cidade de São Paulo, foi criado o Conselho Gestor da ZEIS das Quadras 37 e 38, com a participação de moradores e comerciantes locais, para discutir e debater a proposta de intervenção para essas quadras, localizadas em Zona Especial de Interesse Social (ZEIS 3), Distrito de Santa Cecília, Subprefeitura da Sé.

_saiba mais: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/habitacao/participacao_social/conselhos

Beatriz Kara José (titular)
Formada Arquiteta e Urbanista pela Universidade de São Paulo (1997), Mestre em Estruturas Ambientais (2005) e Doutora em Planejamento Urbano e Regional (2010) pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.  Professora de Desenho Urbano e Planejamento Urbano no Bacharelados de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Senac. Atua na área de arquitetura e planejamento urbano, principalmente nos seguintes temas: habitação, reabilitação urbana, planejamento participativo, intervenções em áreas centrais e políticas intersetoriais voltadas para superação da vulnerabilidade sócio-espacial. Autora do livro “Políticas Culturais e Negócios Urbanos: a instrumentalização da cultura na revalorização do centro de São Paulo (1975-2000)”. São Paulo: Annablume; Fapesp, 2007.
Guilherme Moreira Petrella (suplente)
Arquiteto e urbanista pela FAUUSP em 2002. Mestre pela FAUUSP em 2009, com a dissertação «Das fronteiras do conjunto ao Conjunto das fronteiras», publicada em forma de artigo na revista da Pós-FAUUSP (2011) e em livro pela editora Annablume e Fapesp (2012). Doutor pela FAUUSP em 2017, com a tese «A fronteira infernal da renovação urbana em São Paulo: região da Luz no século XXI». Professor da Unifesp Zona Leste, Instituto das Cidades. Participa de grupos de pesquisa, com a finalidade de contribuir com a crítica à economia política do espaço (indústria da construção civil, cotidianidade e urbano).

CPA
[Comissão Permanente de Acessibilidade]

Órgão consultivo e deliberativo nos assuntos que incluem acessibilidade em edificações, logradouros, mobiliário urbano, transporte e comunicação. Contando com engenheiros e arquitetos entre seus membros, realiza vistorias e análise de projetos urbanos e de edificações, além de coordenar ações integradas nas diversas secretarias da administração municipal para a eliminação de barreiras arquitetônicas e de comunicação na cidade.

_saiba mais: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/pessoa_com_deficiencia/cpa/

Elisa Prado (titular)
Arquiteta e urbanista, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, pós-graduada em Tecnologia de Edificações para Engenheiros e Arquitetos, pela POLI-USP e mestra pela FAU-USP com o tema “Acessibilidade nos bens culturais imóveis” (disponível em: http://bit.ly/1imrDRq). De 2007 a 2012 trabalhou com a Comissão Permanente de Acessibilidade da Prefeitura de São Paulo (SMPED/CPA) ministrando cursos sobre o tema, avaliando projetos de adequação à acessibilidade e realizando vistorias técnicas. Desde 2017 atua como representante do IAB na CPA. Ministra cursos e palestras sobre acessibilidade e realiza consultorias e projetos, com o objetivo de garantir a plena acessibilidade nos espaços edificados.
Kaísa Isabel da Silva Santos (suplente)
formada em arquitetura e urbanismo pela universidade braz cubas, trabalha com autonomias em diferentes esferas e atua na área de acessibilidade desde 2007. responsável por consultoria de acessibilidade para inclusão de diversas instituições, a profissional também foi colaboradora do escritório ahu! consultoria de acessibilidade durante cinco anos. atualmente a profissional desenvolve pesquisa com ênfase em autonomia de pessoas, inclusão e o desenho do arquiteto.

CPPU
[Comissão de Proteção à Paisagem Urbana – Prefeitura do Município de São Paulo]

Órgão consultivo e deliberativo que analisa assuntos relacionados às diretrizes de ordenamento da paisagem urbana do Município de São Paulo, bem como a aplicação da legislação referente à presença de elementos na paisagem urbana, como mobiliário urbano, intervenções artísticas e inserção de anúncios.

_saiba mais: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/urbanismo/participacao_social

Natalie Sallum Barusso (suplente)
Graduada em Arquitetura e Urbanismo pelo Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, IAU-USP (2011), com formação complementada pela Facoltà di Architettura Civile do Politecnico di Milano, Itália (2009-2010) e aperfeiçoamento em Projeto e Gestão de Infraestrutura Urbana pela Universidade Federal de São Carlos, UFSCar (2016). Trabalhou para a iniciativa privada em escritório com enfoque em arquitetura paisagística e para o poder público, como arquiteta e urbanista efetiva na Prefeitura Municipal de Tatuí, onde compôs diversos conselhos e comissões técnicas. Desde 2018, colabora como arquiteta e urbanista na Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo. É membro da Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas.
Maria Elizabet Paez Rodriguez
Doutora pela FAUUSP-PGR em Arquitetura e Urbanismo, área de concentração Planejamento Urbano e Regional, é sócia diretora da Office Arquitetura e Planejamento Ltda há 33 anos, empresa de arquitetura especializada em desenvolvimento de projetos completos de arquitetura, planejamento urbano e gerenciamento de projetos e obras.Alta experiência em todas as etapas do processo de produção do espaço urbano: estudos de viabilidade urbana, técnica e financeira; desenvolvimento de projetos de arquitetura completos; coordenação de projetos complementares e equipes multidisciplinares; gerenciamento de projetos e obras; estimativas de custo e orçamentos.Docente nos cursos de pós-graduação nas instituições FIA/FEA USP desde 2012, Faculdade Roberto Miranda desde 2021, Mackenzie de 2013 a 2016 e FMU desde 2018, com diversas disciplinas apresentadas.Coautora em planos e projetos urbanos para Belo Horizonte, MG, municípios da RMSP, Guarujá, SP e São Miguel do Gostoso, RN.

CTLU
[Câmara Técnica de Legislação Urbanística – Prefeitura do Município de São Paulo]

Órgão consultivo e deliberativo que analisa casos não previstos, dirimir dúvidas e responder consultas na aplicação da legislação urbanística, sobretudo relativas ao Plano Diretor Estratégico, Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo e Operações Urbanas Consorciadas, além de apoiar tecnicamente o CMPU [Conselho Municipal de Política Urbana – Prefeitura do Município de São Paulo]

_saiba mais: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/urbanismo/participacao_social

Natasha Mincoff Menegon (titular)
É arquiteta urbanista, graduada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, é mestre pela mesma faculdade na área de concentração Habitat. Trabalhou na Secretaria de Planejamento Urbano (SEMPLA) da Prefeitura de São Paulo, no cargo de planejador urbano onde desenvolveu diversos estudos e projetos urbanos, além de estudos no âmbito das operações urbanas consorciadas. No Instituto Polis, atou por dez anos na elaboração de Planos Diretores, Planos de Habitação, dentre outros projetos urbanos e pesquisas na área de planejamento urbano e habitação. Atualmente é consultora na área de planejamento urbano. Membro da Diretoria do Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento São Paulo (IABsp) na gestão 2020-2022.
Carolina Heldt D’Almeida (suplente)
Arquiteta e urbanista graduada (em 2008) pela FAU USP, Mestre (em 2012) e Doutora (em 2019) pelo IAU USP. Professora na pós-graduação e graduação da ESCOLA DA CIDADE e na pós-graduação da PUC – COGEAE. Sócia fundadora do Instituto Sulamericano para a Cooperação e a Gestão de Políticas Públicas – AMSUR. Conselheira do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo – CAU (2021-2023). É consultora e pesquisadora em planejamento e regulação urbana e regional no BANCO MUNDIAL (desde 2020), WRI-Brasil (desde 2020), CITIES ALLIANCE (entre 2017-2019), INSTITUTO PÓLIS (em 2017), IPEA (entre 2017-2019). Foi representante pelo IAB /SP (entre 2017-2019), para o Plano Metropolitano de São Paulo. Durante a gestão 2013-2016 foi assessora do gabinete da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo, dirigiu a Assessoria de Pesquisa Aplicada e Fomento, e coordenou o Plano Metropolitano de São Paulo (PDUI da RMSP) pela Prefeitura de São Paulo (entre 2015-2016).

Operação Urbana Centro
[Comissão Executiva da Operação Urbana Centro – Prefeitura do Município de São Paulo]

Órgão consultivo e deliberativo que analisa assuntos relacionados à Operação Urbana Centro, à luz da efetivação dos objetivos da Operação Urbana. Realiza o acompanhamento dos projetos e ações previsto no Programa de Intervenções, bem como a aplicação dos recursos e implementação do Programa de Investimentos.

_saiba mais: https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/estruturacao-territorial/operacoes-urbanas/operacao-urbana-centro/

Guido D’Elia Otero (titular)
mestre em planejamento urbano e regional pela fau usp (2020). possui graduação em arquitetura e urbanismo pela mesma faculdade (2013). foi diretor do IABsp na gestão 2017-2019. atualmente representa o IABsp na comissão executiva da operação urbana centro da pmsp e organiza o cineclube (cinecubo Iab) da mesma instituição. desde 2014 é sócio-diretor do escritório de arquitetura goaa – gusmão otero arquitetos associados.
Ana Gabriela Akaishi (suplente)
Arquiteta e Urbanista pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (2010). Mestre em Planejamento e Gestão do Território pela Universidade Federal do ABC (2013). Trabalhou com Habitação de Interesse Social, urbanização de favelas e planejamento da política habitacional e urbana na Prefeitura de São Paulo, São Bernardo do Campo e Osasco. Atualmente é doutoranda em Arquitetura e Urbanismo na Universidade de São Paulo (FAU-USP), na área de concentração Habitat, linha de pesquisa ‘Questões fundiárias e imobiliárias, moradia social e meio ambiente’.

Operação Urbana Consorciada Água Branca
[Grupo de Gestão da Operação Urbana Consorciada Água branca – Prefeitura do Município de São Paulo]

Abrange parte dos bairros da Água Branca, Perdizes e Barra Funda. Com fácil acesso, essa região tem boa infraestrutura de transportes, privilegiada pelas proximidades das rodovias Castelo Branco, Anhanguera, Bandeirantes e do terminal metrô-rodo-ferroviário da Barra Funda. O objetivo estratégico da Operação Urbana Água Branca é promover o desenvolvimento da região de modo equilibrado, dando condições para que as potencialidades regionais sejam devidamente efetivadas.

_saiba mais: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/urbanismo/sp_urbanismo/operacoes_urbanas

Laisa Eleonora Marostica Stroher (titular)
Arquiteta e urbanista, mestre (FAU USP) e doutora (PGT UFABC) em planejamento urbano. Atua como pesquisadora no LePur – Laboratório de Estudos e Projetos Urbanos e Regionais da UFABC. Trabalha com docência, pesquisa e consultoria na área do planejamento urbano e habitacional. Atua como ativista da agenda urbana e de educação popular, mediante participação em entidades profissionais (FNA e SASP), movimentos sociais (Rede Emancipa) e em conselhos participativos de políticas urbanas (Grupo Gestor da Operação Urbana Água Branca e Conselho Municipal de Habitação).

Operação Urbana Consorciada Água Espraiada
[Grupo de Gestão da Operação Urbana Consorciada Água Espraiada – Prefeitura do Município de São Paulo]Órgão consultivo e deliberativo que analisar assuntos relacionados à Operação Urbana Consorciada Água Espraiada, à luz da efetivação dos objetivos da Operação Urbana. Realiza o acompanhamento dos projetos e ações previsto no Programa de Intervenções, bem como a aplicação dos recursos e implementação do Programa de Investimentos._saiba mais: https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/estruturacao-territorial/operacoes-urbanas
Catharina Christina Teixeira (titular)
Docente da FAU USP pelo programa PART, pós doutoranda pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (2019). Doutora pelo Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo em 2019 e intercâmbio com a Universidad Politécnica de Madrid- Escola Técnica Superior de Arquitectura- (ETSAM). Mestre em Habitação pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (2006), Especialista em Desenho Urbano pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1996) e graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Católica de Santos (1988). Professora universitária desde 2012 em cursos de graduação de Arquitetura e Urbanismo (UNINOVE, FECAF). Foi conselheira do Conselho Municipal de Habitação (CMH-SP) durante o biênio 2009/2011, representando as Assessorias Técnicas. É atualmente conselheira pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil do Grupo Gestor da Operação Urbana Consorciada Agua Espraiada- 2017-2019. É membro do Laboratório de Arquitetura e Inovação Tecnológica (Arquitec) do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Participou da pesquisa do CNPQ/M. Cidades (2012) para avaliação do Programa Minha Casa Minha Vida e PAC Urbanização de Assentamentos Precários. Bolsista de doutorado pelo Lincoln Institute of Land Policy (EUA).
Estevão Sabatier Simões Ferreira (suplente)
Arquiteto e Urbanista formado pelo curso de Dupla-Formação FAU-Poli em Arquitetura, Urbanismo e Engenharia Civil na Universidade de São Paulo (USP). Foi estagiário da Prefeitura Municipal de São Paulo, na empresa de licenciamento ambiental Arcadis Logos, e no escritório de restauro Isntituto Pedra. Tem trabalhado com possíveis respostas ao problemas urbanos contemporâneos, procurando atuar de forma interdisciplinar, tendo trabalhado com os seguintes temas: Urbanismo e financeirização, Operações Urbanas Consorciadas, Restauração do patrimônio arquitetônico, Problemáticas urbanas contemporâneas, Estruturas urbanas, Análise de sistemas arquitetônicos e construtivos, Psicologia do espaço e suas narrativas, Metodologia do projeto arquitetônico, Projeto de equipamento público, Projeto escolar e habitação, História da arquitetura, História da engenharia

Operação Urbana Consorciada Faria Lima
[Grupo de Gestão da Operação Urbana Consorciada Faria Lima – Prefeitura do Município de São Paulo]

Órgão consultivo e deliberativo que analisar assuntos relacionados à Operação Urbana Consorciada Faria Lima, à luz da efetivação dos objetivos da Operação Urbana. Realiza o acompanhamento dos projetos e ações previsto no Programa de Intervenções, bem como a aplicação dos recursos e implementação do Programa de Investimentos.

_saiba mais: https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/estruturacao-territorial/operacoes-urbanas

Camila Savioli Silveira (titular)
Arquiteta e Urbanista pela UNESP Campus Bauru (2012), Especialista em Planejamento e Gestão de Cidades pelo PECE/ Poli USP (USPCidades) e representante titular pelo IAB/SP no Grupo Gestor da Operação Urbana Faria Lima. Atualmente é consultora em planejamento urbano e regional na elaboração e revisão de legislações urbanísticas e diagnósticos territoriais. Possui especial interesse e foco nas temáticas que abarcam direito à cidade no planejamento urbano, participação social, transformação sócio-territorial e desenvolvimento local.
Isadora Fernandes Borges de Oliveira (suplente)
Arquiteta e Urbanista formada pela Universidade Estadual de Londrina (2014) e especialista pelo Programa de Residência em Gestão e Planejamento Urbano ofertado pela FAU-USP em parceria com a Prefeitura de São Paulo, onde atuou na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDU) na elaboração dos Planos Regionais das Subprefeituras. Atualmente é mestranda na área de Planejamento Urbano e Regional do Programa de Pós Graduação da FAUUSP e bolsista FAPESP (2018-Atual), e cursa sua segunda graduação na carreira de Ciências Sociais na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP).

Comitê Bacias Hidrográficas do Alto Tietê – CBHAT

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê (CBH-AT) foi criado pela Lei Estadual nº. 7663/1991. A partir de 1997, foram criados seus cinco subcomitês: Alto Tietê-Cabeceiras; Cotia-Guarapiranga; Juqueri-Cantareira; Billings-Tamanduateí; Pinheiros-Pirapora. O CBH-AT é um órgão colegiado vinculado ao estado de São Paulo, de caráter consultivo e deliberativo, de nível regional e estratégico, que compõe o Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos – SIGRH. Um de seus objetivos é promover o gerenciamento descentralizado, participativo e integrado dos recursos hídricos, sem dissociação dos aspectos quantitativos e qualitativos, em sua área de atuação. É constituído por representantes dos três segmentos: estado, município e sociedade civil, com participação paritária, sendo 18 membros por segmento.

_saiba mais: http://www.sigrh.sp.gov.br/cbhat/apresentacao

Rayssa Cortez (suplente)
Arquiteta e Urbanista (FAAC/UNESP), com experiência técnica em projetos arquitetônicos e de instalações hidráulicas ecológicas. Mestra e Doutoranda em Planejamento e Gestão do Território (PPG-PGT/UFABC), realiza pesquisa em segurança hídrica e comunidades vulneráveis. Pesquisadora no Laboratório Justiça Territorial (labJUTA), no Grupo de Pesquisa em Ecologia Política, Planejamento e Território (eco:t) e no Projeto Temático FAPESP sobre “Governança Ambiental na Macrometrópole Paulista face a variabilidade climática”. Atualmente, está como Diretora de Habitação no município de Taboão da Serra e segue voluntária no BR Cidades.

Subcomitê Billings Tamanduateí
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê (CBH-AT) foi criado pela Lei Estadual nº. 7663/1991. A partir de 1997, foram criados seus cinco subcomitês: Alto Tietê-Cabeceiras; Cotia-Guarapiranga; Juqueri-Cantareira; Billings-Tamanduateí; Pinheiros-Pirapora. O CBH-AT é um órgão colegiado vinculado ao estado de São Paulo, de caráter consultivo e deliberativo, de nível regional e estratégico, que compõe o Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos – SIGRH. Um de seus objetivos é promover o gerenciamento descentralizado, participativo e integrado dos recursos hídricos, sem dissociação dos aspectos quantitativos e qualitativos, em sua área de atuação. É constituído por representantes dos três segmentos: estado, município e sociedade civil, com participação paritária, sendo 18 membros por segmento._saiba mais: https://comiteat.sp.gov.br/subcomites/billings-tamanduatei/
Leonardo Rafael Musumeci (suplente)
Arquiteto e urbanista (2004-2008: EESC-USP), bacharel (FFLCH-USP: 2013-2017) e licenciando (2017-2020: FE-USP) em filosofia, e especialista em Meio Ambiente e Sociedade (2014-2016: FESPSP). Pesquisador do Laboratório de Estudos do Ambiente Contemporâneo (2007-2011) na linha de espacialidades urbanas contemporâneas e, atualmente, vinculado ao grupo interdisciplinar de pesquisas em Sistemas de Informações Geográficas Participativos (FSP-USP), trabalhando articulações entre território, participação social e inteligência de cidades.
Desenvolve desde 2009 projetos de arquitetura e planejamento urbano, inclusive, com premiações em concursos nacionais de projeto; e, há 10 anos, atua na área de desenvolvimento urbano e sustentabilidade, com ênfase na análise de dados de cidades, relações institucionais e gestão ambiental. Tem passagem tanto por empresas privadas de inteligência de negócios sociais, na elaboração de diagnósticos socioeconômicos e planos de investimentos sociais em mais de 90 municípios do Brasil e de Angola; como pelo setor público, enquanto gestor de políticas de saneamento ambiental, tendo participado de diversos colegiados e estudos técnicos municipais e intermunicipais.